A costela
Em homenagem ao corte de carne que distingue o churrasco gaúcho, seguem dois vídeos do mestre Bassi.
No primeiro, você aprende “o que é” uma costela, e suas divisões ou sub cortes. As partes mais e menos nobres.
No segundo, o mestre ensina como assar corretamente a costela.
Aproveite!
Postado por
Ricardo
2
comentários
Marcadores: assando a costela, churrasco de costela, como assar a costela, como fazer churrasco, como fazer costela, corte da costela, Costela, Ponta da agulha, Vídeos do Bassi
A Churrasqueira
Postado por
Ricardo
0
comentários
Marcadores: acendendo a churrasqueira, Bassi, churrasco, churrasqueira, Churrasqueiras, como acender, como acender a churrasqueira, Equipamentos, Marcos Bassi, Vídeos do Bassi
O ministério da cerveja adverte: se for beber Skol, não faça churrasco.
Esta, divertidíssima, eu suguei do Blog Cerveja Só, feito pelo jornalista e cervejeiro amador Ricardo Amorim.
Nunca imaginei pegar carona num anúncio da Skol e fazer minha própria propaganda de forma tão eficaz.
Como sugere o Ricardo Amorim, a propaganda é, ao menos em termos, deliciosamente contraditória.
Assista:
Agora, o meu peixe:
“O Ministério do Churrasco adverte: Não tenha medo da cerveja Skol. Basta chamar o Ceguinho que seu churrasco sairá uma maravilha!”
Hehehehehehe!
Postado por
Ricardo
0
comentários
A alcatra e suas confusões conceituais (1)
O que será mais macio: a alcatra ou um bumbum?
A maluquice com a etimologia ou acepções dos nomes dos cortes de carnes não pára. Quanto mais se fuça, mais divertido fica.
Uma notícia antiga de um jornal do Interior:
“Crioulo Zôiodocão mata Zé Brabo, filho do ex-prefeito Euerzenóbio Brabo.
Pirancambanhuba do Sul - Zé Brabo, filho do estancieiro e prefeito da cidade, Dr Euerzenóbio Brabo, embora moço franzino, sempre quis fazer jus ao sobrenome famoso criando encrencas de toda a sorte. Voluntarioso, escudando-se no poder do pai, um dos homens mais ricos e poderosos da região, pôs-se além da margem do juízo para cometer sua última loucura: “andar nas alcatras” de um certo crioulo alcunhado de Zôiodocão, que também tinha fama de brabo, mas segundo as más línguas, era mais manso do que se poderia supor. Uma moça.
Não era.
Ao sofrer o ataque do rapaz, o descomunal crioulo, negro retinto, ficou cinza de raiva. Com a justa indignação que só o mais profundo sentimento de ultraje pode provocar, Zôiodocão, botando fogo pelas ventas, olhos injetados de sangue e ódio, reagiu como o próprio Tinhoso. Pulou, esperneou e se sacudiu com tanta violência que fez o corpo do rapaz voar a metros de distancia. O resultado não poderia ser outro: Zé Brabo “bateu a alcatra na terra ingrata”.
A missa de Sétimo-Dia foi ontem.”
Explicando:
“Montar nas alcatras” é nada mais nada menos que montar em pêlo, sem a sela. Crioulo é um tipo de gado e também designa uma raça de cavalos. “Bater a alcatra na terra ingrata”, cruz credo, é morrer. E onde se lê alcatra leia-se, por extensão, nádegas. Ou bunda. Ou bumbum...
Em suma, uma das acepções de alcatra é tabuística, sendo razoável afirmar-se, com o devido recato, que tem algo a ver com maciez. Tanto o corte da carne bovina quanto os glúteos humanos possuem tal virtude, resguardadas as devidas exceções, claro.
Postado por
Ricardo
2
comentários





