A costela
Em homenagem ao corte de carne que distingue o churrasco gaúcho, seguem dois vídeos do mestre Bassi.
No primeiro, você aprende “o que é” uma costela, e suas divisões ou sub cortes. As partes mais e menos nobres.
No segundo, o mestre ensina como assar corretamente a costela.
Aproveite!
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Ricardo
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A Churrasqueira
Descobri um inestimável tesouro no Youtube: vários vídeos, nos quais o empresário Marcos Bassi, o mais celebrado dos açougueiros e mestres-churrasqueiros paulistas, ensina como cortar, assar e grelhar carnes na churrasqueira.
São vídeo-aulas obrigatórias e essenciais para quem aprecia fazer e degustar um bom churrasco, e que confirmam o merecido título de “Artesão da Carne” ao mestre.
Primeiro, a churrasqueira.
Uma importante ressalva: a utilizada por Bassi é profissional, padronizada, com alturas corretas e está em condições ideais de uso, principalmente no que diz respeito aos ventos, por exemplo. Na maioria esmagadora dos churrascos, porém, tais condições não se reproduzem. Deparamo-nos com churrasqueiras fora de padrão e, não raro, sujeitas aos efeitos dos ventos, que alteram sobremaneira a circulação do calor e exigem do churrasqueiro cuidados redobrados.
No entanto, vale a pena pelas dicas, detalhes e conceitos básicos inestimáveis que todo churrasqueiro deve dominar, sobretudo as diferenças entre grelhar e assar e,também, sobre a temperatura ideal.
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Ricardo
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O ministério da cerveja adverte: se for beber Skol, não faça churrasco.
Esta, divertidíssima, eu suguei do Blog Cerveja Só, feito pelo jornalista e cervejeiro amador Ricardo Amorim.
Nunca imaginei pegar carona num anúncio da Skol e fazer minha própria propaganda de forma tão eficaz.
Como sugere o Ricardo Amorim, a propaganda é, ao menos em termos, deliciosamente contraditória.
Assista:
Agora, o meu peixe:
“O Ministério do Churrasco adverte: Não tenha medo da cerveja Skol. Basta chamar o Ceguinho que seu churrasco sairá uma maravilha!”
Hehehehehehe!
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A alcatra e suas confusões conceituais (1)
O que será mais macio: a alcatra ou um bumbum?
A maluquice com a etimologia ou acepções dos nomes dos cortes de carnes não pára. Quanto mais se fuça, mais divertido fica.
Uma notícia antiga de um jornal do Interior:
“Crioulo Zôiodocão mata Zé Brabo, filho do ex-prefeito Euerzenóbio Brabo.
Pirancambanhuba do Sul - Zé Brabo, filho do estancieiro e prefeito da cidade, Dr Euerzenóbio Brabo, embora moço franzino, sempre quis fazer jus ao sobrenome famoso criando encrencas de toda a sorte. Voluntarioso, escudando-se no poder do pai, um dos homens mais ricos e poderosos da região, pôs-se além da margem do juízo para cometer sua última loucura: “andar nas alcatras” de um certo crioulo alcunhado de Zôiodocão, que também tinha fama de brabo, mas segundo as más línguas, era mais manso do que se poderia supor. Uma moça.
Não era.
Ao sofrer o ataque do rapaz, o descomunal crioulo, negro retinto, ficou cinza de raiva. Com a justa indignação que só o mais profundo sentimento de ultraje pode provocar, Zôiodocão, botando fogo pelas ventas, olhos injetados de sangue e ódio, reagiu como o próprio Tinhoso. Pulou, esperneou e se sacudiu com tanta violência que fez o corpo do rapaz voar a metros de distancia. O resultado não poderia ser outro: Zé Brabo “bateu a alcatra na terra ingrata”.
A missa de Sétimo-Dia foi ontem.”
Explicando:
“Montar nas alcatras” é nada mais nada menos que montar em pêlo, sem a sela. Crioulo é um tipo de gado e também designa uma raça de cavalos. “Bater a alcatra na terra ingrata”, cruz credo, é morrer. E onde se lê alcatra leia-se, por extensão, nádegas. Ou bunda. Ou bumbum...
Em suma, uma das acepções de alcatra é tabuística, sendo razoável afirmar-se, com o devido recato, que tem algo a ver com maciez. Tanto o corte da carne bovina quanto os glúteos humanos possuem tal virtude, resguardadas as devidas exceções, claro.
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Ricardo
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